Tão intenso quanto tenso

domingo, maio 17, 2009 1 comentários

Sábado, suor e cerveja


Esse: décima oitava letra do alfabeto e a décima terceira consoante. Soa tão bem! S de sábado, de suor e de... ooops, cerveja é com c! Mas, nesse caso, tem som de /s/.


Os bêbados


'Sábado

É o dia dos bêbados
E das moças católicas
Que vão para a missa rezar
Pra tentar encontrar algum: Bêbado
Aquele cara simpático
Quando não está estático
Sentado na mesa de um bar
A tentar encontrar algum método
De burlar o estético
De furar o ilógico
E de tentar conquistar
Uma moça que não sabe nada dos
Bêbados'
(Isaac Cândido)


O dia começou cedo. Ainda na madrugada, por volta das 2h, estávamos reunidos como há tempos não se via. No meio do papo, permeado por discussões interessantes e brincadeiras idiotas, fiquei descontente com a atitude do meu amigo. No calor da emoção, revidei emitindo uma opinião contrária, o que fez o clima esquentar e consequentemente, a gente se estranhar. Situação desagradável que logo foi desfeita com um abraço daqueeeles e um “I love you” no final.


Pois bem, lá pelas onze levantei pro café. No intervalo pro almoço, enquanto meus pais não chegavam, revirei algumas gavetas procurando uns trabalhos. Quando me dei conta, já eram quase duas da tarde. Tinha compromisso na Ufma. Hoje, aconteceu o primeiro pré-encontro para o Enecom 2009. Nem sei se vou, mas ‘acho válido’ participar do debate. Ao me entregarem o projeto, reparei que no verso de cada folha tinha um dica de leitura para um poema de Manuel Bandeira. Lembrei que escrevi uma macroanálise sobre esses versos. A ideia em reaproveitar papel para a impressão é óteeema. Além disso, reler ‘Poética’ foi melhor ainda!


A reunião foi produtiva e bem divertida. Rolou um piquenique com direito a Rivão e pão de queijo de ontem. Quem compareceu não se deu por satisfeito, queríamos estender o bate-papo para qualquer mesa de bar. Rodamos, rodamos e paramos na Beira Rio. Enquanto a galera bebia no ‘Rangus’, eu comi um milho verde cozido. Noutra parada, a gente comeu um cachorro quente, tipo podrão, sabe!? É! Em seguida, começou a chover, só pra variar. O povo dispersou. Voltando pra casa, eu, a Ju e uma coleguinha que eu não sei o nome, sentamos no ‘Mustang’! kkk Pra passar o tempo, mais uma cervejinha e uns dedos de prosa. Foi o papo que mais rendeu. Deu pra refletir sobre a efemeridade das coisas e o quanto somos (in)sensíveis em relação ao outro.


Ao voltar, me deparo com um xurras com x no quintal de casa. A família comemorava o aniversário do tio Chico. (Acho que não fui convidada!) Aproveitei o clima festivo pra empurrar as rifas da faculdade pros primos. Vendi um bocado!


Belisquei uma carninha, mas com o friozinho que fazia, queria mesmo tacacá. Então, como o de costume, fui ao ‘Tacacá de Belém’ de Imperatriz, e comi as folhinhas de jambu vendo a novela.


Saldo do dia: Alguns espirros por conta dos pingos de chuva, piadinhas por estar vestida com a camiseta do CH e o barulho efervescente de um sal de frutas pra digerir toda essa extravagância.


1 Comment

  1. Luís Diniz On 17 de maio de 2009 20:20

    Quanto apetite, heim Magali. Mas é isso aí, melhor gastar a boca comendo do que se estranhando com outras bocas (quando não batendo em outras bocas, como presenciei entre amigos nesse fim de semana). E a foto tá ótima. Bejão.